quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Chega de aumento!

No dia 03/12 (dia em que o JEC foi campeão da Serie C), o prefeito Carlito Merss anunciou um novo aumento na passagem do transporte coletivo da cidade, passando de R$2,55 para R$2,70 (o aumento da passagem embarcado não foi divulgado).
As empresas Gidion e Transtusa protocoloram na Seinfra o pedido de reajuste da tarifa de ônibus para R$ 2,91. Segundo Moacir Bogo, além da atualização dos custos do sistema, foi acrescido no valor um reajuste para os motoristas.
O pedido das concessionárias servirá para marcar posição. O chefe de gabinete Eduardo Dalbosco reafirmou que a Prefeitura só concederá a inflação. “Isso não inviabilizará o sistema e estará dentro da realidade do usuário”, diz.
[Blog do Saavedra, 06/12/11 ClicRBS]
A realidade que qual usuário? Porque gastar quase ou mais de R$200,00 por mês de passagem não ta dentro da realidade de muita gente...
[Ana Luiza Hemb]
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Desmarginalizar a Arte Urbana
Bem vindos ao projeto Chá".
Este foi um ano de muito trabalho e reconhecimento para o Coletivo Chá. O projeto das cinco meninas que enfrentam a madrugada para dar vida e movimento àquilo que é inanimado foi tema do documentário de um acadêmico de jornalismo.
Em 2011 também, as meninas marcaram presença no N Design, um evento realizado pelos e para acadêmicos e profissionais da área, e que chegou em sua 21º edição. O detalhe é que não apenas estiveram presentes, como ofereceram uma oficina no evento, ou seja, passaram adiante várias das idéias que habitam essas cucas criativas.
Na Univille, participaram do GAMPI, um evento que ocorre desde 2009, também voltado a profissionais e estudantes de design. O Coletivo Chá foi convidado pela Lez a Lez para customizar latões e painéis expostos nas vitrines das cinco lojas em Santa Catarina. Para ter uma breve idéia do que as meninas aprontaram confiram o vídeo.
E para fechar com chave de ouro, as meninas inscreveram e tiveram aprovado um projeto no SIMDEC - Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura. Do que se trata? Disseminar em três escolas públicas seus conhecimentos. Jogaram a semente no vento. Daqui um tempo, os muros de joinville estarão floridos e ainda mais coloridos.
Confiram o bate-papo do Coletivo Chá com o blog do Che.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Viviendo una vida loca
Dia 30, à tarde, sai da faculdade, às 14h15, para resolver algumas coisas na rua. E durante meu trajeto até a rua XV de Novembro, reparei a presença de malabaristas nos semáforos - um na Princesa Isabel, outro na João Colin e outro ainda na Blumenau. Por isso, fui pensando pelo caminho que seria muito interessante entrevistar algum deles, a fim de descobrir sua história, que convenhamos, aparentemente não é muito parecida com a da maioria da massa urbana.
Quando voltei para a escola, apenas o malabarista que estava na Princesa Isabel continuava lá. Entrei no Bom Jesus, pensei um pouco em como abordá-lo, falei com a professora Maria Elisa, peguei uma câmera no estúdio de foto e sai. Uma chuva que Deus mandava! Antes de atravessar a rua, na Princesa Isabel, vi que dois malabaristas estavam sentados em frente a uma loja de calçados. Atravessei e fui me aproximando. Quando cheguei perto, me apresentei dizendo que era estudante de jornalismo e gostaria de fazer uma matéria com eles. Os dois aceitaram.
Ao me sentar ao lado de um deles, o que estava mais distante disse algo que não entendi, mas percebi que não era brasileiro. Me disse, então, que era uruguaio. O outro, argentino.
Nem me lembro qual pergunta fiz a eles primeiro, só sei que não anotei nada em meu bloquinho, apenas seus nomes: Juan Pablo, 22 anos, argentino, e Maximiliano Danyelo, 24 anos, uruguaio. A entrevista se tornou uma conversa informal, e no fim das contas também fui entrevistada.
Maximiliano disse que entre os 17 e 18 anos saiu de casa com o objetivo de conhecer a América Latina. O propósito era viajar e depois voltar para casa, terminar o ensino médio e fazer faculdade, mas a aventura agradou tanto que voltar para o Uruguaio e levar a vida que todos levam não era mais seu objetivo. Segundo ele, quando saiu de casa tinha no bolso o equivalente a R$ 20,00. E de cidade em cidade, um trabalho aqui outro ali, passou por Bolívia, Chile e Brasil – devo estar me esquecendo de algum outro local. Ele me contou que foi casado com uma baiana durante dois anos, mas definitivamente, as regras já não o agradavam mais. E, por sinal, elogiou muito os baianos, muito acolhedores e humildes.
Chegou a voltar para o Uruguai, ficou um mês lá e há um mês está na estrada de novo. Passou por Itajaí, onde trabalhou com o companheiro argentino em uma obra por 20 dias, e há três chegou à cidade das Flores. Entusiasmados, os dois falaram também de Floripa, cidade maravilhosa! Como se eu não soubesse! Mas, confesso que senti um certo constrangimento de perguntar à Maximiliano como era a Bahia. Poxa, eu, brasileira, vou perguntar a um uruguaio como é um estado do meu país?! Deixa pra lá...
Intrigada, perguntei aos colegas onde eles dormiam. Me disseram, então, que um dia era em albergue, no outro em algum hotel e às vezes no pátio da igreja. Preferiam comer bem e dormir como desse. Inclusive, no dia anterior ao de nossa conversa, tinham dormido na igreja. Outra pergunta que não podia faltar: quanto vocês ganham??!! Um certo suspense, umas palavras indecifráveis e com uma certa insistência saiu: entre R$ 30,00 R$ 35,00 por dia.
E em relação aos seus pais? O que pensavam sobre esse estilo de vida? Maximiliano disse que o pai não concorda muito com a vida do filho, mas foi a opção dele... “Fazer-se-á” o quê? Não posso falar com convicção, mas parece que Juan não fala com a família. Quando sobra uma grana, o uruguaio vai em uma Lan House e fala com os familiares.
Fiquei surpresa em ver que, principalmente, Maximiliano era bem informado. Quando me questionou sobre a faculdade que fazia, e informou que seu irmão é jornalista do maior jornal do Uruguai, comentei que era bolsista, não pagava a faculdade, e perguntei a ele se conhecia o Prouni. Para minha surpresa, não só conhecia como comentou o problema que aconteceu, no ano passado, com as provas do ENEM.
E o futuro? Sólo Dios sabe! Mas, Maximiliano disse que ainda pensa em cursar uma faculdade, quem sabe antropologia. Sabemos que um trabalho de pesquisa envolve teoria e prática, e segundo o uruguaio, a parte prática ele já desenvolveu, falta elaborar sua teoria. O amanhã para Juan ainda é incerto. Vamos viver a vida, cada um da sua maneira, com mais ou menos aventuras... escolham!!
Estoy de vuelta, personas!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Projota!
Samurai
Projota
[Refrão ]
[Verso 2]
[Refrão ]
[Refrão ]
Fui no show do Projota e do Rashid ontem, muito bom mesmo, a galera cantando a plenos pulmões e os caras emocionados lá encima do palco cantando junto, suando junto, na adrenalina das letras passando a sua verdade.Eu só conseguia pensar a cada frase: "pode crer!", porque tem gente que acha que Rap só fala de desigualdade, mas eu achei um outro lado desse conceito, o lado que o cara filosofa pra caralho nas suas rimas.Botei fé brother!
Foco, Força e Fé.
[Ana Hemb]
domingo, 3 de abril de 2011
Carta ao presidente.
Marcelo D2
Acho perfeitamente válida a idéia.
[Ana Hemb]
sexta-feira, 18 de março de 2011
Projeto Paralelo.

Então, como devem ter percebido, há séculos que a Gabi não posta nada.
é um desabafo e um conforto."
Gabriela Schmidt
[Ana Hemb]
